terça-feira, 31 de maio de 2011

A

Marcus Andrade: Sem título, 2011. Caneta esferográfica, 16 x 24cm.

sábado, 28 de maio de 2011

Deep

 Marcus Andrade: Sem título, 2011. Bico de pena, aguada naquim e lápis dermatográfico, 16 x 24cm.

Ruptura

Marcus Andrade: Sem Título, 2011. Bico de pena, nanquim aguada e lápis dermatográfico, 16 x 48cm.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

"Ser uma pessoa normal"

Marcus Andrade: Sem título, 2011. Bico de pena e aguada naquim, 16 x 24cm.

Luz

Marcus Andrade: Sem título, 2011. Bico de pena e naquim, 16 x 24cm.

Resquícios

 
Marcus Andrade: Sem título, 2011. Bico de pena, 16 x 24cm.

Nós


Marcus Andrade: Sem título, 2011. Bico de pena e naquim aguada, 16 x 24cm.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O degradável

Marcus Andrade: sem título, 2010. Aquarela e bico de pena, 50 x 30cm.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

domingo, 8 de maio de 2011

Auto-Retrato


Marcus Andrade: sem título, 2011. Argila, s.d.

"Queria cantar
Sem saber as letras das canções
Queria tocar
Sem saber as notas e afinações
Queria ganhar
Sem apostar
Queria aprender
Sem ter que estudar
Queria falar sério
Sem ser engraçado
Queria explicar
Sem ser mal interpretado

Queria ser culto
Sem ter que ler
Queria que molhasse
Sem chover
Queria voltar
Sem ter que ir
Queria sair
Sem despedir
Queria chorar
Sem demonstrar emoções
Queria não me machucar
Com os imprevistos das paixões

Queria ser culto
Sem ser mal interpretado
Queria que molhasse
Sem ser engraçado
Queria voltar
Sem ter que estudar
Queria sair
Sem apostar
Queria chorar
Sem saber notas e afinações
Queria não me machucar
Sem saber as letras das canções

Queria explicar
Sem ter que ler
Queria falar sério
Sem chover
Queria aprender
Sem ter que ir
Queria ganhar
Sem despedir
Queria tocar
Sem demonstrar emoções
Queria cantar
Com os imprevistos das paixões."

sábado, 7 de maio de 2011

Processos

Marcus Andrade: sem título, 2011. Bico de pena e aquarela, 16 x 34cm.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Metal

Marcus Andrade: P.A. Sem título, 2011. Gravura em metal, 30 x 20cm.

A chuva

"[...]Estou aqui, do lado de fora
Molhando minha face suja nessa chuva
Lágrimas correntes no lado de fora do vidro
Da janela do seu quarto
Mas o outro lado embaçado
Impede que você veja
Que eu estou aqui
De novo, de novo e de novo

Palavras tortas
E lágrimas no travesseiro
Fazem-me recordar que após a tempestade
O poço transborda
De novo, de novo e de novo[...]"

 Marcus Andrade: Sem título, 2010. Colagem, 30 x 20cm.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Reflexões pós acampamento

 
Por Marcus Andrade

"Ser artista não é possuir habilidades manuais
É se conhecer melhor do que a roupa que te veste
É vestir esse conhecimento em cores fluorescentes
E depois viajar, reciclar, saber viver.

Ser artista é assumir sua loucura
Aquela que não necessariamente louca é
Mas que é fantástica o bastante para não ser descrita oralmente
E depois pintar, bordar, expelir isso ao mundo.

Ser artista é transformar macarrão em purê
É ser “poser” de artista
É ah... Pega na minha...!
E depois “elizar”, “hamiltar”, e sobreviver.

Ser artista é ser escravo de seus desejos
É ser você mesmo de um jeito que te agrade
É “cocococoletivar”
E depois fazer xixi, cocô e se tornar fada.

Ser artista é seguir profissão alguma
É se doar aos seus desejos e aos do mundo
É se doar ao mundo como o ar se doa aos nossos pulmões
E depois voar, subir, se tornar céu."

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A feminilidade na música

Marcus Andrade: "Nu com clave de sol", 2010. Caneta naquim sobre papel, s.d.

Bela embora sombria, sobre a sombra do fundo

"[...]O que diria?
Olhos fora de foco
Focados dentro
O infinito profundo
Com possibilidades restritas[...]"

Marcus Andrade: "Bela embora sombria, sobre a sombra do fundo", 2011. Óleo sobre compensado, 52 x 32cm.